terça-feira, 5 de maio de 2009

Lançamentos de Imovéis


Conceito de beleza e segurança

Localizado na Avenida das Castanheiras, na entrada de Águas Claras, o Atol das Rocas Residence e o Laguna Mall Convenience traz características marcantes de beleza, tranquilidade e segurança. O empreendimento da construtora Supera Engenharia, possui as vantagem e as praticidades de um maravilhoso Street shopping conjugado, que já é sucesso total de vendas. Dentre as várias opções de plantas, o Atol das Rocas possui apartamentos studios com dois quartos e duplex, em poucas unidades, devido a grande procura. O maravilhoso complexo de lazer oferece cinema, espaço gourmet, salão e festas, piscina semi olímpica, lan house, sauna, academia, garage band, brinquedoteca, entre outras. O empreendimento é o mais completo centro de entretenimento e diversão para você e sua família.

















O Show de Morar em Ceilândia

Depois do sucesso em Samambaia, a cidade de Ceilândia torna-se palco do novo empreendimento do Show de Morar da MB Engenharia, Empresa Brascan e MGarzon Eugenio. Na melhor área de Ceilândia, próximo ao Sesc e ao Metrô, o Allegro é um empreendimento inédito com 50.000 m2 de terreno, sendo mais da metade dele dedicada exclusivamente ao verde, à diversão e ao bem estar dos moradores. O Allegro será um conjunto composto por doze edifícios de 19 pavimentos, 1292 unidades de dois e três quartos com áreas que variam de 51 m² a 88m². O empreendimento conta com uma grande praça central com piscina adulto e infantil, deck molhado, spa, deck sob palmeiras, bar da piscina, piscina com raia de 25 metros, churrasqueiras, quadras poli esportivas, quadra de futebol, biribol, play radical, play Kids, play aventura, praça da babá, espaço pet e espaço para leitura. Possuí a maior e mais completa área de lazer da cidade.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Perfil Imobiliário





















Entre as idas e vindas da vida, a Presidente do grupo Dinâmica, hoje sente orgulho de ter conseguido manter em expansão a empresa de seu pai.

Nascida no Rio de Janeiro em meio as comemorações e alegrias do mês de São João. Alba Lúcia Pedrosa chegou à Brasília com 6 anos. Aos 18, entrou pra faculdade de administração. Grávida do 2º filho e com problemas de saúde, abandonou a faculdade aos 22 anos e não retornou mais. No mesmo ano em que entrou para faculdade, começou a trabalhar na Dinâmica, empresa montada pelo seu pai, José Ferreira Pedrosa Filho, de quem Alba sente muita falta. “Ele era meu amigo, confidente, conselheiro e a pessoa mais fantástica que já conheci”, lembra.
Lutou 5 anos por uma loja de acessórios na 304 sul. Embora gostasse muito da loja, resolveu montar outro negócio com maior capacidade de expansão e lucratividade: uma pequena empresa de informática, que administrou durante 4 anos. Em 2000, seu pai pediu para Alba retornar a Dinâmica, devido a grande expansão da empresa. Hoje, após dois anos da morte do seu pai, assumiu a Presidência dos negócios da família A presidente do grupo Dinâmica adora viajar e assistir DVD de filmes e shows. Hoje Alba se sente uma pessoa realizada, mas que ainda tem muito o que aprender. “Tenho um orgulho enorme dos meus filhos, Vyvianni e Marcus Vynnicius. Meus filhos são as maiores alegrias da minha vida”.
Alba garante que a vida seguiu o rumo que queria. Mas não esconde o desejo de um dia ter sido cantora. Não coleciona arrependimentos, e diz que aprendeu com cada erro e se tornou melhor. Quando questionada sobre seu futuro: “Vejo-me na fazenda que era do meu pai, cuidando dos netos que virão.”, comenta.
Matéria publicada no Jornal da Comunidade do dia 2 a 8 de maio.

Lançamentos de Imovéis da Semana


Conforto e sofisticação em Águas Claras

A Paulo Baeta Empreendimentos Imobiliários e a Construtora Ipê Omni apresentam o mais novo e completo empreendimento Residencial Piazza di Itália. Com uma localização privilegiada e protegido do movimento das principais avenidas da cidade, o residencial possui duas torres - Torre Lucca e Torre Livorno . Ligadas por uma composição de fachada, as torres ganham personalidade e determinam uma forte presença visual. Com um projeto moderno e diferenciado, as fachadas são totalmente revestidas em cerâmica, vidros espelhados, detalhes em granito e alucobond. Além de apartamentos de três e quatro quartos e uma ou duas vagas na garagem, existem quatro coberturas top-líneas com três ou quatro quartos e três vagas na garagem. O Residencial Piazza di Itália proporciona atrativos como praça central, quadra poliesportiva, churrasqueiras com banheiro, pista de cooper, playground infantil, sala de estudo, entre muitos outros.


Comodidade no Residencial Elegance
Com planejamento e venda da Invest Imóveis Brasília, o residencial Elegance foi edificado com apenas uma Torre em um terreno de 1.800 m2, garantindo muito espaço e conforto. As fachadas são revestidas em cerâmica, textura, detalhe em alucobond e vidros verdes. O empreendimento conta com 120 apartamentos, sendo 8 coberturas. Possui uma grande área de lazer completa no mezanino com duas Piscinas, adulto e infantil com deck molhado, fitness, sauna com SPA, espaço zen, espaço gourmet, home cinema, lan house, espaço mulher, salão de festas, salão de jogos, playground e espaço Kids. Situado em Águas Claras, os apartamentos possuem de 84 a 112 m2, com três quartos, todos com varanda, sala com varanda, cozinha, área de serviço e DCE. Já as Coberturas Duplex possuem de 154,86 a 195,63 m2 e contam com sala de estar e de jantar com varanda, uma suíte, terraço descoberto, cozinha, área de serviço e DCE. Construção e Incorporação de Caenge S.A.

Novo conceito de morar bem em Samambaia
Apostando no alto desenvolvimento urbano de Samambaia, a Via Engenharia traz para a cidade um empreendimento diferenciado. Dentro de um condomínio fechado com cerca de sete mil metros quadrados, o Via Tropical terá apartamentos de dois e três quartos, vaga de garagem e área de lazer diversificada, totalmente planejada para famílias que buscam conforto com economia. Localizado ao lado do Fórum e próximo à estação do metrô, o residencial está a poucos minutos das futuras instalações do Sesc, da Vila Olímpica e do novo Centro Administrativo do GDF, complexos que trarão uma forte valorização para a região. A localização também se destaca pelas facilidades de acessos e opções rápidas para faculdades, shoppings e comércio. O via Tropical traz diferenciais de lazer, como quadra de esportes, piscinas, churrasqueira, fitness center, brinquedoteca, salão de festas gourmet, cinema e até um espaço de beleza. Os ambientes serão totalmente equipados e decorados, sem taxas adicionais e com baixo custo de conservação.

Matéria publicada no Jornal da Comunidade do dia 2 a 8 de maio.

Álcool e direção, combinação grave e cara


Após 10 meses de uma fiscalização mais rigorosa e a diminuição das mortes fatais nas principais vias do DF, a preocupação ainda é contínua quando se envolve álcool e trânsito.

Os acidentes de trânsito são a terceira causa de óbito no Brasil, representando um grave problema de saúde pública. Não só pelo número de mortes e pelas sequelas deixadas, mas, também, pelos seus custos diretos e indiretos, que causam a sociedade.

Segundo Alethea Muniz, assessora de comunicação do ministério da saúde, em 2007, os acidentes de trânsito tiraram a vida de 36.465 pessoas em todo o país. O IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas) estima que os gastos totais com o atendimento médico hospitalar, internações, cirurgias, tratamentos das vítimas de acidentes de trânsito custam ao SUS cerca de 5 bilhões de reais por ano. Em cada redução de 10% do número de vítimas, o Ministério da Saúde estaria economizando o equivalente a 500 milhões de reais.

Grande parte dos acidentes de trânsito ocorridos no Brasil é conseqüência direta da embriaguez ao volante. Encontramos evidências diárias de que o consumo de bebidas alcoólicas e trânsito não combinam. Existe o mito de que a ingestão de álcool em pequenas doses não altera os efeitos psicológicos. Ás vezes uma pequena dose pode ter efeito idêntico a ingestão de uma grande dosagem alcoólica. Independente de algumas pessoas se tornarem mais alegres ou comunicativas, em geral, quando bebem ninguém pode prever com precisão seu comportamento.
É comum as pessoas acreditarem que as bebidas alcoólicas são estimulantes. Na verdade, essa sensação estimulante provocada pelo álcool, nada mais é que a diminuição da inibição. A Psicóloga Clínica, Fabiana Cassimiro, explica que o álcool é uma droga que trás sensações prazerosas e eliminam temporariamente as sensações de desconforto, fazendo com que a pessoa aumente a cada dia suas doses. De fato, quando o álcool é ingerido em grande quantidade induz ao sono, há uma diminuição da resposta aos estímulos, dificuldade de manter o equilíbrio, prejudica a atenção e capacidade de julgamento, e torna o indivíduo mais vulnerável. Esses fatores causam a diminuição da habilidade para a realização de tarefas mais complexas como, conduzir um veículo. “Sua percepção das situações no trânsito estão alteradas fazendo com que tudo pareça mais lento, no entanto quem está mais lento é o motorista alcoolizado, pois o trânsito continua fluindo da mesma forma”, comenta a psicóloga.

A tarefa de conduzir um veículo requer habilidade e atenção. Estes requisitos são facilmente anulados após o motorista ter ingerido bebida alcoólica. Todo condutor de veículos em estado de embriaguez, mesmo leve, compromete gravemente a sua segurança e dos seus acompanhantes. Fabiana afirma que os danos causados á vida do alcoólatra ou das pessoas ao redor é comparado a qualquer outro vício mais grave. “O espaço das outras pessoas é invadido pelo dependente, que não se importa com as conseqüências de seus atos”, conta.

No início do mês de abril, tivemos um exemplo trágico de alcoolismo no trânsito. O diretor de construtora, José de Araújo Arruda, 33 anos, conduzia uma caminhonete L-200 Mitsubishi sob efeito de bebidas alcoólicas, quando perdeu o controle do veículo em uma curva de acesso à W3 Sul. O carro subiu no canteiro, e chocou com um ônibus que vinha na direção contrária. O acidente resultou na morte de Carlos Alberto Silva, 51 anos, e Carlos Alberto Silva Júnior, 30, sogro e cunhado do condutor. Além das testemunhas alegarem que a caminhonete estava em alta velocidade, as vítimas não usavam cinto de segurança e várias latas de cerveja foram encontradas dentro do veículo. O teste de bafômetro realizado com José após a batida registrou teor de 1,16 miligramas de álcool por litro de ar expelido. Quantidade considerada altíssima, sendo que o limite é de 0,3 mg de álcool. O motorista já possuía 25 pontos na carteira por conta de uma infração gravíssima, uma média e outras três leves, de acordo com o Detran. O chefe de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran, Silvain Fonseca, comentou que José só fez o teste do bafômetro 1 hora após o acidente, e ainda sim estava com 1,16 mg de álcool. “ A ação do agente é impessoal, mas muitas pessoas levam para o pessoal e fazem ameaças. Nós representamos o estado. Tem que mudar esse jeitinho brasileiro de achar que se pode resolver tudo. Tem que soprar o bafômetro, tem que ser obrigatório.”

No último dia 14, o Tribunal do Júri de Brasília concedeu a liberdade provisória, por José não ter antecedentes criminais, residência e emprego fixo. Mas responderá por duplo homicídio doloso, com pena de até 60 anos de prisão por serem duas mortes. “Ás vezes, as pessoas são frutos do meio. Várias pessoas poderiam ter evitado ele de sair de casa, mas ninguém impediu. A criação, a falta de valores e limites é refletida no trânsito. O problema é de todos, não só do estado.”, diz.
Entretanto, os motoristas parecem estar mais atentos 10 meses após a lei seca. De 20 de junho de 2008, quando a lei 11.705/2008 entrou em vigor, a 20 de abril de 2009, o Detran registrou 386 acidentes fatais e 419 mortes. Ouve uma redução de 17,4%, 73 vítimas fatais a menos em relação ao mesmo período do ano passado. Fonseca que completou 22 anos de Detran, lamenta que as pessoas só aprendam pela dor, quando o acidente acontece com pessoas mais próximas. Infelizmente, depois da lei seca, a conscientização ainda é maior pela fiscalização e não pela importância da lei. “Ainda temos muito no que trabalhar. Tentar reverter ainda mais essa situação. Educar e conviver em harmonia. Moramos num país que se diz tão cristão porque matamos tanto no trânsito? Esperamos que as pessoas façam um reflexão sobre essa atitude no trânsito.”
Matéria publicada no Jornal da Comunidade do dia 2 a 8 de maio.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Aula Magna

Com o tema "Formação Profissional em Serviço Social e o Papel da Universidade", o curso de Serviço Social promoveu sua primeira Aula Magna deste semestre. O evento aconteceu no dia cinco de março no auditório do Bloco K. A aula consistiu de uma mesa redonda composta pelo pró-reitor de Graduação, professor Ricardo Spindola Mariz, e a diretora do curso de Serviço Social, professora Cilene Braga Lins. Os estudantes concluintes apresentaram pôsteres com seus projetos de pesquisa de final de curso.

Análise metodológica de artigos científicos

Artigo analisado: Direito à comunicação Comunitária, Participação Popular e Cidadania.
Cicilia M. Krohling Peruzzo.


Link: http://www.eco.ufrj.br/semiosfera/conteudo_nt_01Peruzzo.htm

O artigo, escrito por Cicilia Peruzzo, analisa a comunicação comunitária como um direito do cidadão. Nos mostra como os meios de comunicação são fundamentais para ampliar o poder de se comunicar, dando direito à liberdade de expressão a todas as pessoas. É exposto no decorrer do artigo, a inclusão da comunicação como um direito de cidadania que nos remete que os meios de comunicação, além de serem um acesso à informação são também um grande difusor de conteúdos.

Vemos claramente o sentido de comunicação dentro do contexto dos movimentos sociais e a importância do cidadão e das organizações dentro da comunicação comunitária.

A Professora de comunicação Social, Cicilia, nos proporciona entender melhor definições complexas como a de movimentos populares. São conhecidos os direitos do cidadão à comunicação. Ao ler o artigo cientifico passamos a entender melhor a história da comunicação comunitária no Brasil e qual o espaço ela tem na mídia.

Encontramos no artigo grande pertinência ao campo de comunicação. “Comunicação comunitária” é um tema muito discutido e presente dentro da Comunicação Social. Até mesmo dentro da universidade temos matérias especificas sobre esse assunto. É mantida pela autora uma boa estrutura de elementos presentes em um artigo cientifico. Encontramos resumo, palavras-chave, introdução, contextualização, considerações finais e ainda temos o auxilio das notas ao final do artigo, que facilita a compreensão do problema.

Cicilia Perruzo desenvolve muito bem as questões centrais que foram sugeridas no início do artigo, nos mostrando que o tema foi muito bem estudado e pesquisado. Cumpre todos os objetivos e faz uma ótima conclusão geral do problema exposto. Foi muito competente no que se propôs a fazer sobre o tema, justificando bem o problema.

Um ponto interessante que encontramos no artigo da professora é o método em que os tópicos foram organizados, facilitando a compreensão do tema.

Segundo artigo analisado: Mídia local e suas interfaces com a mídia comunitária.
Cicilia M. Krohling Peruzzo.


Link: http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2003/www/pdf/2003_NP12_peruzzo.pdf


O segundo artigo da professora Cicilia Peruzzo nos traz a importância do crescimento de valorização do espaço local e da comunicação comunitária. Vemos como os meios de comunicação locais e comunitários lidam com assuntos diretamente ligados a vida cotidiana. Analisa a mídia local na sociedade contemporânea. Identifica as ligações e interfaces da mídia local e comunitária, mostrando suas vertentes.

Ao ler o artigo conseguimos entender perfeitamente as dificuldades, os laços de identidades, proximidades e familiaridades que encontramos nas duas mídias. No decorrer do texto, Cicilia mostra vários exemplos de produtos de ambas às mídias, assim compreendemos melhor como os profissionais devem agir. È exposto também a diferença entre mídia local e regional, citando exemplos para um melhor entendimento.

O tema do artigo cientifico é um tema muito importante dentro do campo da comunicação, pois há uma grande dificuldade, dos próprios comunicadores, em diferenciar mídia local e mídia comunitária. Contém elementos importantes pra um bom artigo: resumo, palavras-chave, introdução, contextualização, considerações finais. Os tópicos são muito bem estruturados para que o problema seja facilmente compreendido.

A professora Cicilia discute com clareza seus objetivos propostos. E termina o artigo com considerações finais precisas, ajudando a concluir os conceitos básicos sobre o tema. Ao darmos uma olhada nas referências bibliográficas expostas pela autora vemos obras de grandes autores que se tornam ótimas sugestões de leitura.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A minha Escolha!

Jornalismo sempre foi a minha opção. Quando me perguntavam o que o futuro reservava pra mim eu prontamente respondia: o Jornalismo. Sem saber ao menos a razão. Eu sempre admirei as repórteres com seus lindos ternos entrevistando as pessoas. Ou os apresentadores na bancada do jornal. Talvez goste dessa área por ter diversos comunicadores na família. Cinegrafistas, fotógrafos de jornal, fotógrafos de noivas, donos de produtoras e alguns publicitários me cercam. E certamente a comunicação é um assunto muito discutido na mesa do jantar.

Sempre fui apaixonada por literatura. Histórias bem escritas e cheias de imaginação me impressionam e emocionam. Daí vem a minha paixão por crônicas. Uma bela crônica é a receita para colorir o meu mundo. Sinto isso quando leio Clarice Lispector. Com ela eu me identifico, me envolvo e seus textos conseguem chegar bem perto ao meu coração. Alguém que morreu em 77 tinha as mesmas inquietações e neuras que eu tenho hoje. Isso é genial. Essa é a magia das crônicas, a mistura de um texto do cotidiano com uma literatura bem escrita. Ganhar um salário para escrever crônicas para um jornal parece realmente uma vida perfeita. Sei bem que esse é um sonho muito distante, cronistas trilham longos caminhos até um reconhecimento.

Já pensei que fotografia iria ser a minha vida. Pra mim é de fato a parte mais gostosa da comunicação. Sinto muita facilidade nessa área e solto grandes risadas com uma boa câmera na mão. É incrível a idéia de poder mostrar a minha visão, o meu olhar, de certa coisa ou acontecimentos. Mas sinto dizer que essa grande vontade passou na aula de fotojornalismo. Talvez essa não seja a melhor maneira de seguir a minha vida.

Adoro ler e reler minhas matérias. Gosto da satisfação que vem depois da revisão de um bom texto. Creio que consigo passar bem por temas críticos como economia e política. Mas o encanto vem com temas de cotidiano, cultura, culinária por incrível que pareça, comportamento e entretenimento. E quando encontro uma pessoa simples com uma ótima história pra contar quero escrever páginas e páginas.
Entrei na universidade aos 16 anos. Hoje olho pra trás e vejo como amadureci. Apesar de ser uma pessoa um tanto inconstante, sinto que se pudesse fazer uma nova escolha mudaria totalmente de área. Nutrição, Gastronomia e Enfermagem mechem intimamente comigo. Quando fiquei sabendo da abertura do curso de Gastronomia na universidade meu coração deu muitos pulos de alegria. Apesar de todos esses novos pensamentos que hoje me rondam, não me arrependo de nada. Serei uma ótima profissional e andarei lado a lado com a minha profissão. Será uma ótima parceria, isso eu garanto.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fiscais na luta contra Camelôs.

A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (AGEFIS) é um órgão criado pelo governador José Roberto Arruda com o propósito de manter Brasília na qualidade de vida por meios legais. A van da agência visitou nessa manhã de terça –feira o Centro de Taguatinga, para inibir a ação dos camelôs em áreas proibidas. Os fiscais permaneceram parados em frente ao prédio do Unibanco desde ás 8 da manhã.


O fiscal de Atividades Urbanas e Econômicas José Fernando, 41 anos, apreendeu nessa segunda-feira (09) aproximadamente 2.000 DVSs e CDs piratas. “Os camelôs são empecilhos para os comerciantes que pagam os impostos em dia.” Além dos fiscais, o governador Arruda determinou a presença de quatro policiais Militares para garantir a segurança no local.


“Falta muita coisa ainda para fazermos um bom trabalho. Falta o envolvimento de mais órgãos da área de segurança.” garante Gabriel Vieira de 57 anos, também fiscal de Atividades Urbanas e Econômicas. A descaracterização dos PMs ou a retirada do adesivo da AGEFIS na van facilitaria a ação dos fiscais.

Em meio ao corre-corre, Franscisca Araújo de 35 anos, ambulante há sete anos não se envergonha de sustentar sua família somente com essa renda. “Sei que é uma ordem superior, mas tem muta gente roubando pessoas inocentes. E eles preocupados comigo que sou trabalhadora.” assegura a vendedora de peças íntimas.

Evento lança carteirinha de identificação mirim para a folia.

À espera do carnaval, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em parceria com a Administração Regional de Taguatinga promoveu hoje pela manhã em frente ao prédio da Administração o evento para a divulgação da carteirinha de identificação mirim.


O encontro que visa proporcionar a fácil identificação das crianças no período do carnaval, contou com a participação do Administrador Benedito Domingos, Coronel Oliveira, Major Ilda e Banda Marcial de música da polícia militar. A carteirinha começa a ser emitida nessa terça até o dia 20 de fevereiro, contendo o nome da criança, dos pais, o endereço e o telefone. A partir de hoje os postos da PM estarão à disposição dos responsáveis para adquirir o documento. Também nos postos do Na Hora ou pelo site www.pmdf.df.gov.br. A Major Ilda garante que os bailes de carnaval serão muito mais seguros se as crianças possuírem o documento. “É uma facilide que os pais terão nesse período agitado do carnaval.”, afirma.


O estudante da EIT, Allison Machado, 15 anos, observava atentamente ao evento que teve ínicio ás 10 horas. “O evento é interessante para que os pais tenham cuidado com os seus filhos.”, ressalta Allison.


A comemoração contou também com a participação dos alunos do 2º ano da educação infantil do Centro Educacional Stella Maris. Acompanhando os alunos a professora Betânia diz que a importância maior é para os pais, mas que as crianças precisam também se conscientizar e se divertir com segurança no carnaval.


O guarda Jânio que dedica 10 anos do seu trabalho à Taguatinga animou com brincadeiras e performances criativas as crianças e a banda marcial. Apesar de seu trabalho ser voltado pra a conscientização do trânsito, o guarda não deixa de se preocupar com a causa do carnaval. “Me identifico muito com Taguatinga. Trabalho em escolas públicas e particulares conscientizando as pessoas. Não só crianças, mas também os adultos e idosos.”


A carteirinha é gratuita. A PM pede atenção aos interessados que compareça com os seguintes documentos: certidão de nascimento das crianças até 14 anos e uma foto 3X4.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Diversidade nos Quadrinhos

Partindo do princípio que a mídia é um meio de comunicação de massa capaz de definir culturalmente identidades sociais, o produto comunicacional escolhido foi os quadrinhos da turma da Mônica criados por Maurício de Souza.

Segundo Louise H. Forsyth, os estudos feministas afirmam que a mídia dissemina o mito da beleza consolidado em países ocidentais e capitalistas, que a utilizam como um meio eficaz para exercer um controle sobre as mulheres, trazendo uma imagem ideal de feminilidade. Sendo assim no mito da beleza a mulher que condiz com os padrões propostos é sempre magra, jovem, branca, sexuada, nunca tem nada pra fazer e está sempre a serviço do homem. Já as representações sociais, são uma forma de conhecimento elaborada e partilhada como objeto prático e que contribui para a construção de uma realidade comum a um conjunto social.
Em 1959 o Brasil começava a entrar no mundo das histórias em quadrinho, com os personagens Bidu e Franjinha, criações de Maurício de Souza. Já em 1960 o artista criou o Cebolinha, três anos depois a turma começou a crescer, aparecendo o Cascão, o Horácio, o Chico Bento, o Astronauta e o fantasma Penadinho. A Mônica, o principal personagem da turma criado em 1965, uma menininha que anda de vestido vermelho e com um coelhinho de pelúcia nas mãos. Aparentemente frágil, mas quando fica irritada com Cascão ou Cebolinha, mostra que tem muita força. E uma menina que se relaciona bem com os amigos, mas com certa agressividade e pouca paciência. Nesse momento a delicadeza da mulher desaparece. O personagem, que o autor considera um dos mais importantes dentre os cem de sua galeria, leva uma vida pouco doméstica e submissa, rejeita o papel tradicional designado para as mulheres, criando sempre muita confusão com seus amigos.

As histórias em quadrinhos transmitem ideologias, reproduzidas através dos estereótipos de classe, sexo e raça. Todos os personagens da turma, não só a Mônica vive em uma sociedade onde os problemas básicos de sobrevivência foram superados. Não apresentam em nenhum momento problemas econômicos e pertencem à classe média alta, possuindo coisas necessárias para se viver bem, como casa, carro, eletrodomésticos, e boas possibilidades de consumo.
Sabemos que a reprodução do mito da fragilidade é uma característica feminina. Assim como ser carinhosa, curiosa, brincar somente de boneca, cuidar e preocupar-se com os problemas da casa, e se manter sempre magra e bonita, nunca tomando iniciativa no momento da conquista. Já a força é uma qualidade exclusivamente masculina trazendo os homens sempre como protetores das mulheres. Mônica, uma das poucas heroínas deste gênero literário, leva uma vida pouco doméstica e submissa, rejeita sempre o papel tradicional que seria designado para as mulheres. Fugindo de alguns padrões, ela é uma criança “gordinha”, porém super-ativa, que anda por lugares perigosos à noite participando de aventuras igualmente como os meninos, isso sem falar de sua extraordinária força física. Portanto, começamos as discussões se poderíamos classificar a obra como um quadrinho feminista. Apesar do personagem reproduz atitudes tidas tradicionalmente como femininas, a teoria não propõe uma troca de papéis, mas sim que as pessoas não sejam discriminadas pelo seu sexo. Assim se Maurício reproduzisse uma menina tradicional e submissa ao homem, Mônica cairia no extremo oposto e reproduzindo o papel de quem domina e oprime porque tem força física.

Nas histórias de Maurício de Souza encontramos muita diversidade. Mulheres, negros e índios participam freqüentemente como personagens secundários. Vemos que nos quadrinhos do autor as crianças podem construir conhecimentos sobre aspectos da vida social. Ao lermos, destacamos rapidamente as características mais marcantes de cada personagem. A Mônica sempre bate nos amigos, Cascão não gosta e raramente toma banho e o Cebolinha troca as letras. Apesar dos personagens terem personalidades muito simples, eles refletem a maneira como nós explicamos e prevemos o comportamento das pessoas em nosso cotidiano. Os quadrinhos são construídos com base em um senso comum, tornando-se facilmente compreensíveis para as crianças aprenderem, informalmente, sobre aspectos do mundo social.

Reproduzindo contextos e valores culturais, as histórias em quadrinhos oferecem oportunidades para as crianças conhecerem melhor o mundo social. Por ser um meio de comunicação em massa provoca um grande fascínio nas crianças. Pela razão da aparência dos personagens, do poder da Mônica, por personagens estamparem vários produtos comerciais e pelas crianças poderem entendê-las somente através da observação dos desenhos.



Referências Bibliográficas:

Mendes, M.R.S. (1990/1) El Papel Educativo de los Comics Infantiles: (Análisis de los Estereotipos Sexuales). Tese de Doutorado, Facultad de Ciencias de la Información da Universidad Autónoma de Barcelona, Barcelona.

Cyrus, D. H. T. (1998) Caracterizando o Significado de Palavras Emocionais a partir das Interações Verbais entre Personagens em Histórias em Quadrinhos da Turma da Mônica. Dissertação de Mestrado, Mestrado em Psicologia: Teoria e Pesquisa do Comportamento da Universidade Federal do Pará, Belém.

Forsyth, Louise H. Pela reapropiação do corpo das mulheres e das meninas, ainda sob o olhar dos outros na cultura popular das sociedades patriarcais. Tradução de Liliane Machado, revisado por Tânia Navarro Swain.

Fazendo Diferente.

Ontem foi um dia normal. Hoje será um dia como todos os outros. O dia começa e acaba correndo. Assim seguem-se os dias. Sem muita novidade ou surpresa. A rotina cansa. Isso é fato!
Eu corro pra tomar meu café meio frio e amargo porque a hora não poupa ninguém. O meu ônibus vai passar, vai passar. “Bom dia!” pra a moça que eu nunca conversei, nem sei onde mora ou o que faz da vida, mas que pontualmente me cumprimenta sempre ao passar por mim quando saio de casa. Mas será ela que realmente terá um bom dia?

Pronto cheguei ao ponto de ônibus! Ufa! Estou ofegante, mas feliz porque vejo que a senhora que trabalha no hospital perto da faculdade me sorri meio de lado. Começo a observar as pessoas agoniadas ao esperar os ônibus.

Chegou o adolescente de uniforme com o seu inseparável iogurte na mão. E o ônibus nada de passar. Será que quebrou? Minha preocupação só aumenta. Não posso me atrasar. O adolescente se aproxima de mim e puxa aquela típica conversa de companheiros de ônibus. “O ônibus está demorando hoje né?” E eu que nem sei seu nome, mas sinto uma ligação, respondo meio brava: “Está sim, chegaremos atrasados!”

Lá vem o ônibus. Pra variar, super cheio. Tento achar um espaço pra me encaixar. Diga-se que uma missão quase impossível. A mulher simpática pediu pra segurar meus cadernos. É nessa hora que eu agradeço com fervor porque nem um famoso equilibrista conseguiria se manter firme só com uma mão.

Eu começo a viajar. E pensar em todas as coisas que tenho que fazer hoje. Penso: “Porque o dia num tem umas 26 horas? Duas horas a mais não seria nada mal! ”
Só 1 minuto. Cadê o homem dorminhoco que senta todos os dias ali na janela? Ele não veio hoje! O que será que aconteceu? Ele não é de falhar um dia sequer. Será que está doente? Não! Foi demitido do emprego! Mas eu nem sei se ele pega esse ônibus pra ir trabalhar. Bom, espero que esteja tudo bem com ele!

Pensando bem nem todo dia é como hoje. Sabe vou agradecer por esse lindo sol que veio nos iluminar hoje. Amanhã pode amanhecer chovendo ou nublado. Hoje é um dia diferente. Vou dizer bom dia, obrigada, com licença, por favor, e eu te amo pra todos que cruzarem meu caminho hoje. Hoje vou deixar transparecer todo meu amor, humildade, e igualdade que trago no meu peito. Vou cantar deixando fluir bons pensamentos e sentimentos, as pessoas gostando ou não de mim. Quero respirar liberdade e deixar florescer somente coisas boas. Hoje será diferente! Quero fazer a diferença!

Glossário;

Digital: 1. tipo de computador que opera com quantidades numéricas ou informações expressas por algarismos. Computador no qual os dados são processados mediante representações discretas. Enquanto o computador analógico emprega métodos globalizantes, o funcionamento de um computador digital é atomístico. “ Por ‘atomístico’ entendemos a construção de elementos complexos diferentes a partir do mesmo conjunto de elementos simples. A única diferença entre um elemento complexo e outro será o relacionamento que dentro deles terão os seus ‘átomos’ constituintes”. (F. A. Doria, in Dicionário Básico de Comunicação). Os átomos do calculo digital são operadores binários (chamados “bastões de Sheffer”) os quais, encadeados, podem construir todas as ligações lógicas da álgebra de Boole. 2. Forma discreta de apresentação de informações. 3. Tipo de processamento de informação feito pelo computador, baseado no sistema binário de sinais: o dígito 1, que significa um sinal de “ligado” e o dígito 0, que significa ausência de corrente ou “desligado”. Relativo a valores representados em passos pré-determinados que, a cada nível ou patamar, está associado e a um número inteiro ou um dígito.

BARBOSA, Gustavo. Dicionário de comunicação. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1950.
RABAÇA, Alberto. Dicionário de comunicação. 2. ed. rev. e atualizada. Rio de Janeiro: Elsevier,2001- 3ª reimpressão.
Digital. http://www.escolanet.com.br/dicionario/dicionario_d.html, 15 de maio de 2008.


Imagem: 1. conceito ou conjunto de opiniões subjetivas de um indivíduo, do público ou de um grupo social, a respeito de uma organização, empresa, produto, marcas, instituições, personalidade etc. A imagem é uma representação mental, consciente ou não, formada a partir de vivências, lembranças e percepções passadas e passível de ser modificada por novas experiências. As imagens afetam atitudes e opiniões de um indivíduo ou grupo de indivíduos, mas podem também ser influenciadas e modificadas por atitudes e opiniões. A imagem, por exemplo, que uma pessoa tem de um partido ou de um candidato político influirá decisivamente para que ela vote a favor desse partido ou candidato, por ocasião de uma eleição. Para um consumidor, a imagem de um produto ou de uma marca determinada padrões de comportamento de compra. A imagem de uma empresa ou de um órgão governamental junto à opinião pública influirá sobre a compreensão e a receptividade da população para com suas atividades e promoções. A imagem pode ser avaliada mediante técnicas de pesquisa e eventualmente modificada ou reforçada por técnica e campanhas de relações publicas, de marketing e de propaganda. 2. Representação visual, artística ou mental de um objeto (signo). 3. Representação de um objeto por meios visuais, gráficos, plásticos, ou fotográficos (fotografia, desenho, escultura, televisão, cinema etc.). 4. Imagem que consiste em um conjunto de ponteiros direcionados para os arquivos do disco rígido a serem gravados no CD-R, ao invés de se criar uma duplicação real dos mesmos.
BARBOSA, Gustavo. Dicionário de comunicação. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1950.
RABAÇA, Alberto. Dicionário de comunicação. 2. ed. rev. e atualizada. Rio de Janeiro: Elsevier,2001- 3ª reimpressão.
O que é Imagem. http://www.workpedia.com.br/imagem.html, 15 de maio de 2008.
Imagem Virtual. http://www.geocities.com/TheTropics/2518/glossario.htm, 15 de maio de 2008.
Imagem Virtual. http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080113065040AAouRhm, 15 de maio de 2008.


P2P: 1. ou Peer-to-Peer (Par-a-Par) é uma tecnologia para estabelecer uma espécie de rede de computadores virtual, onde cada estação possui capacidades e responsabilidades equivalentes. Geralmente, uma rede Peer-to-Peer é constituída por computadores ou outros tipos de unidades de processamento que não possuem um papel fixo de cliente ou servidor, pelo contrário, costumam ser considerados de igual nível e assumem o papel de cliente ou de servidor dependendo da transação sendo iniciada ou recebida de um outro par da mesma rede. Através dessa tecnologia qualquer dispositivo pode acessar diretamente os recursos de outro, sem nenhum controle centralizado. A inexistência de um servidor central significa que é possível cooperar para a formação de uma rede P2P sem qualquer investimento adicional em hardware de alto desempenho para coordená-la. Outra vantagem é a possibilidade de agregar e utilizar a capacidade de processamento e armazenamento que fica subutilizada em máquinas ociosas. Além disso, a natureza descentralizada e distribuída dos sistemas P2P torna-os inerentemente robustos a certos tipos de falhas muito comuns em sistemas centralizados.

P2P. http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P, 15 de maio de 2008.


Torrent: 1. ou BitTorrent é uma tecnologia criada por Bram Cohen que nos possibilita o compartilhamento de qualquer tipo de arquivo pela internet, principalmente para a distribuição de vídeos, músicas e programas. Sua forma de trabalho é muito eficaz e evita que determinados usuários só façam download, mas não compartilhem arquivos. Isso porque a taxa de download é equivalente à taxa de upload, ou seja, somente compartilhando é que você consegue baixar arquivos. Por esta razão, quando você está iniciando um determinado download, a velocidade utilizada é lenta e vai aumentando de acordo com o que já foi baixado do arquivo. O BitTorrent é um protocolo, que, como já dito, permite o compartilhamento de qualquer tipo de arquivo. Devido a isso, o BitTorrent não pode ser considerado um software para fins ilegais pois qualquer pessoa pode usar o protocolo para distribuir arquivos. Não é preciso deixar o computador ligado até o download terminar. É possível interrompê-lo e posteriormente o BitTorrent continua de onde parou. Na rede BitTorrent os arquivos são quebrados em pedaços de geralmente 256Kb. Ao contrário de outras redes, os utilizadores da rede BitTorrent partilham pedaços em ordem aleatória, que podem ser reconstituídos mais tarde para formar o arquivo final. É um protocolo de processamento rápido que permite ao utilizador fazer download de arquivos indexados em websites. BitTorrent proporciona a melhor performance para pessoas com maior volume de upload, uma propriedade conhecida como "resistência a sugadores", já que ele não garante performance para utilizadores que somente descarregam e não devolvem nada para a rede e os outros utilizadores. Ao contrário, os utilizadores que já terminaram de descarregar um arquivo são "semeadores" e fazem upload sem ganhar um bonus em troca.

BitTorrent. http://www.infowester.com/bittorrent.php, 15 de maio de 2008.
Torrent. http://pt.wikipedia.org/wiki/BitTorrent, 15 de maio de 2008.


SlideShow: 1. é uma maneira muito simples de apresentar uma seqüência de imagens pode servir ou para narrar uma seqüência de fatos ou, simplesmente, como um ensaio fotográfico sobre um assunto. 2. Slideshow narrado: concilia imagens e sons. As imagens vão sendo passadas, automaticamente enquanto também transcorre o áudio. 3. uma apresentação seqüencial de imagens como forma de narrar um fato ou como ensaio fotográfico sobre um assunto.

Webjornalismo de Terceira Geração: continuidades e rupturas no jornalismo desenvolvido para a web. http://reposcom.portcom.intercom.org.br/dspace/handle/1904/17332, 31 de maio de 2008.
Agência de notícias em suporte digital como espaço de práticas em Jornalismo. http://www.sabbatini.com/marcelo/artigos/2005-8forumnacional.pdf, 31 de maio 2008.
RABAÇA, Alberto. Dicionário de comunicação. 2. ed. rev. e atualizada. Rio de Janeiro: Elsevier,2001- 3ª reimpressão.

Questionamentos sobre Fotojornalismo!

1- Fale sobre a fotografia e sua utilização nos meios de comunicação. Por que a imagem fotográfica é importante para a mídia em geral?
Na mídia em geral, atualmente, a fotografia é a forma de representação visual mais utilizada. Segundo a escritora Susan Sontag: “[...] a importância da imagem fotográfica como o meio através do qual um número cada vez maior de eventos penetra nossa experiência é, finalmente, apenas um produto paralelo da sua capacidade de propiciar-nos conhecimentos dissociados da experiência e independentes dela.”. Para Susan a fotografia redefine o conteúdo de nossa experiência cotidiana e apresenta pessoas, imagens, eventos que jamais chegamos a ver ou presenciar. Partindo disso, as imagens funcionam como uma ponte entre o acontecimento e o leitor, permitindo com que imaginemos o cenário e de alguma forma tudo que aconteceu ali. A foto funciona como se fornecesse provas. Quando ouvimos falar de certo acontecimento, mas não acreditamos, a fotografia vem para comprovar. Além de fornecer veracidade à notícia publicada, a fotografia favorece o aumento da capacidade de conhecimento do leitor. A foto não é só imagem da notícia. Também é notícia. As fotos jornalísticas é o que nos induz à leitura. Vemos que a foto é boa quando comunica antes mesmo da legenda. Seja qual for o meio de comunicação (jornal, revista, internet), a foto é o resumo de um acontecimento que vai levar o leitor a descobrir a notícia.

2- O invento da fotografia foi registrado em 1839. A partir desta época os jornais já utilizavam a imagem em suas condições diárias? Justifique sua resposta.
Não. Nos 30 anos enquanto a fotografia era descoberta por Louis Daguerre, a imprensa continuava imprimindo desenhos e gravuras feitos na madeira ou pedra para ilustrar textos e reportagens. A publicação de fotografias por jornais e revistas esbarrava na dificuldade técnica de se imprimir toda a gama de tons diferentes de cinza (entre o branco absoluto e o preto absoluto) que formam uma imagem fotográfica em preto-e-branco. Foi só a partir da década de 1870 que as fotografias puderam ser impressas diretamente no papel. A publicação direta das fotografias enfrentou dois desafios. O primeiro foi à resistência de alguns por jornais e revistas, pois acreditavam que os desenhos e gravuras na madeira eram uma arte superior à da fotografia. O segundo empecilho estava relacionado com os custos altos para adaptar as oficinas gráficas à nova tecnologia.

3- O que é fotojornalismo e qual a sua importância hoje?
Para definir fotojornalismo temos que pensar na combinação de imagem e palavras. Fotojornalismo é uma atividade de realização de fotografias informativas, interpretativas, documentais para a imprensa ou projetos editoriais ligados à produção de informação da atualidade. Pode visar informar, contextualizar, oferecer conhecimento, formar, esclarecer ou opinar através da fotografia de acontecimentos e da cobertura de assuntos de interesse jornalístico. Este interesse pode variar de um para outro órgão de comunicação social. Por mais contundente que seja a imagem publicada ela é uma ferramenta de comunicação de grande importância a fim de gerar alerta ou até mesmo corrigir irresponsabilidades e distorções sociais. Tempos atrás, as fotos eram os “tapa-buracos” a ocupar alguns lugares deixados pelo texto. Hoje, as imagens na imprensa são notícias, ilustram e sustentam o texto. Em alguns casos tem vida própria estourando nas primeiras páginas do jornal. O fotojornalismo testemunha momentos decisivos.

4- A fotografia é um meio de comunicação. A comunicação é o fundamental que determina o grau de desenvolvimento de uma sociedade. É Pela comunicação que expressamos sentimentos, idéias, conceitos e nos relacionamos com o outro. Como a fotografia se comunica e como nos comunicamos por meio da imagem nos dias atuais?
Fotografar é uma forma de expressão, seria como congelar uma situação. Fotografar é um modo de comunicar e informar. A fotografia é uma arte universal que transmite mensagens de um modo mais direto que as palavras. Sendo uma das mais sublimes formas de expressão do ser humano consegue transformar em um segundo uma imagem que ficará para sempre. Podemos flagrar uma situação e fazer com que surjam discussões no mundo todo. Ou ainda retratar um momento e torná-lo rapidamente símbolo de algo. A imagem fotográfica sempre exerceu um papel de um instrumento para a repercussão de idéias e da manipulação da opinião pública. Esse atributo ganhou intensidade a partir dos avanços tecnológicos, que possibilitou a multiplicação massiva de imagens através dos meios de informação e sua divulgação em todas as partes.

5- Fale um pouco do fotojornalismo na era digital.
Hoje em dia as câmeras digitais já substituíram as convencionais na maioria das redações. As câmeras convencionais são utilizadas hoje como equipamento de reserva, para se der alho errado com as digitais. Os equipamentos digitais aumentaram a eficiência e simplificaram o trabalho dos fotojornalistas. Se antes o fotografo saia para cobrir uma pauta com uma câmera, um conjunto de lentes, e muitos rolos e filmes. Hoje sai com uma câmera digital, vários cartões de memória e um notebook se precisar mandar fotos urgentes por email. A principal vantagem é a rapidez com que as fotos ficam prontas para ser editadas. Outra grande vantagem é que se a foto não ficou boa ou não gostou do enquadramento, o repórter elimina aquele arquivo na hora e faz outra imagem até acertar. Na fotografia tradicional, ele só irá saber que houve algum problema com suas fotos depois de revelar o filme na redação. Por outro lado, com a grande facilidade de comprar câmeras digitais todo mundo se tornou fotografo e os emails da redação estão cheios de fotografias sem qualidade. Um ponto negativo é a extrema facilidade de manipulação e alteração do conteúdo dessas imagens digitais proporcionado pelos programas de edição de imagens.

6- Qual a importância da estética fotográfica no jornalismo e quais são os efeitos do fotojornalismo na recepção da informação.
Na imagem captada reside grande parte da sua força, estrutura, construção e estética expressivas. A exposição da fotografia e sua colocação nas páginas informativas, por exemplo, existe sempre uma abertura mais receptiva e que vai de encontro com o inventário e conhecimento do público. Para a comunicação, a imagem deve ter uma eficácia que a confirme. A fotografia de uma reportagem, de uma notícia ou de uma informação midiática juntamente com a composição estética se preocupa em enquadrar os elementos, para assim sintetizar as cores ou meio tons do claro/escuro.
Além da informação que a imagem organiza quando revela o fato, há também a informação visual, aquela de que a técnica faz uso. A linguagem fotográfica aparece como um modo de produzir informação visual pela simples escolha e utilização dos elementos que a compõe. Por exemplo, um analfabeto não lê o texto de um jornal mas pode ler parte do que existe em imagens.

7- Além do próprio conteúdo da fotografia, a cena, o objeto, a paisagem, a pessoa etc. existe sempre uma mensagem suplementar, que é o que podemos dizer do estilo de seu criador ou da maneira com que cada sociedade e sua cultura especifica fazem para dar sentidos ás imagens em geral. Este é o paradoxo fotográfico, segundo Barthes, denominado de conotação e denotação fotográfica, explique os termos e como isto acontece na fotografia em geral.
Barthes designou que a denotação é a significação óbvia, de senso comum, do signo. A conotação é quando o signo se encontra com os sentimentos e emoções dos utilizadores e com os valores da sua cultura. Numa fotografia, a denotação é aquilo que é fotografado; a conotação é a forma como algo é fotografado. A conotação é arbitrária e específica de uma cultura.

8- Fale da abertura do diafragma, da distância focal e de que forma estes recursos podem ser utilizados na informação diária, como ele pode legitimar a informação que está sendo apreendida?
A distância focal junto com a abertura do diafragma são as características mais importantes de uma objetiva. É a partir da distância focal que o fotógrafo define, por exemplo, a maior ou menor aproximação de uma imagem ou escolhe o campo de visão que deseja trabalhar. A distância focal é a distância, em milímetros, entre o ponto de convergência da luz até o ponto onde a imagem focalizada será projetada. Já o diafragma controla a abertura por onde passa a luz que entra na câmera para produzir a imagem. Quando maior a abertura, mais luz entra, e vice-versa.
Se eu quero dar ênfase a uma informação ou chamar a atenção para algo, eu foco no que eu quero, pois só aquilo me interessa.




Referências:

SONTAG, Susan. Ensaios sobre a fotografia. Rio de Janeiro: Ed. Arbor, 1981.

Uma História Crítica do Fotojornalismo Ocidental de Jorge Pedro Sousa (Porto, 1998)

Um rápido aprendizado

A experiência de Sérgio de Sá ficou visível em uma entrevista pra estudantes de jornalismo da Universidade Católica de Brasília, nessa última segunda-feira do dia 10 de novembro. Sérgio de Sá além de jornalista e doutor em Estudos Literários pela UFMG é colunista literário do jornal Correio Braziliense e professor na Universidade Católica de Brasília. Em um bate papo descontraído com os estudantes, o jornalista opinou sobre como anda o Jornalismo Cultural nos dias de hoje. “Vivemos momentos melhores. O espaço diminuiu, ficou superficial. Hoje temos mais entretenimento do que arte. E só jornalistas escrevem crônicas e críticas.” , diz em relação aos jornais impressos.

O jornalista que está a oito anos trabalhando na área de cultura, descreveu como é difícil entrevistar alguém que você criticou anteriormente. E alertou aos estudantes para nunca confundir repórter e crítico, onde há uma grande diferença. “ Para você criticar tem que ter o mínimo de conhecimento sobre o assunto”, garante Sérgio. Quando questionado sobre internet e blogs, o jornalista não hesitou em dizer que algumas revistas de cinema na internet fazem mais sucesso do que nos jornais impressos. “Os espaços culturais mudaram muito, migraram dos impressos. Hoje os jornais não estão mais sozinhos. Temos os blogs, que são feitos de opinião e se espalham como um vírus.” Mas destaca que a internet é uma aliada dos impressos. É uma grande troca de informações.

“ Não há valorização de cultura dentro de uma redação de jornal. No entanto, temos que agradar do público que gosta de música erudita ao axé.”, observa o jornalista que passou três anos como editor de cultura do Correio Braziliense. Para terminar o rápido bate papo, Sérgio deixa marcada sua opinião: “ O jornalismo está aí para interferir no que o público consome da imprensa ou para analisar o que as pessoas mais gostam.”

Análise do site Folha Online, www.folha.com.br:

· Hipertextualidade: O jornal Folha Online possui links em todo o site. Primeiramente o site faz divisões por seções como: Ambiente, cotidiano, comida, dinheiro, esporte, turismo, entre muitos outros. Há links para blogs, jornais, revistas, sites e textos sobre o mesmo assunto da reportagem, caso o leitor se interesse a ler.
· Multimidialidade: O site conta com vídeos, áudios, enquetes, galeria de fotos, podcast e link para a rádio UOL.
· Memória/arquivos : Com o auxilio do busca folha online, o leitor pode acessar a qualquer hora matérias antigas. É só procurar pelo mesmo tema, que terá acesso a edições passadas.
· Interatividade: Ao final de cada reportagem publicada no site Folha, há um link chamado comunicar erros. Este espaço destina-se apenas à comunicação de erros encontrados nas reportagens publicadas. O site possui o fale conosco, um espaço destinado para Denúncias e sugestão de reportagens, pesquisas, e links que levam o leitor aos classificados ou aos anunciantes.
· Personalização do conteúdo: O site oferece conteúdo on-line a seus leitores, enviando notícias por email.
· Estrutura /arquitetura da informação: Na página inicial do site encontramos várias chamadas que nos levam as reportagens. No início da reportagem tem o dia e a hora em que foi colocada no site. Na página inicial há seções das reportagens mais lidas e mais curiosas pra chamar atenção do leitor.
· Recursos extras: O site da folha adota a figura do ombudsman, que tem como função receber, investigar, encaminhar as queixas dos leitores e ainda produzir uma coluna de comentários críticos sobre os meios de comunicação.